Plano de Marina defende aborto no SUS

Sábado 30, agosto 2014

   O programa da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, divulgado na última sexta-feira (29), combina promessas de uma política econômica conservadora do ponto de vista do mercado financeiro, com a independência do Banco Central garantida em lei e a redução da presença do Estado em atividades econômicas, com uma série de medidas de caráter progressista na área de comportamento, como a defesa clara das causas homossexuais. Em relação ao aborto, a ex-ministra promete a regulamentação de sua prática em hospitais da rede, nos casos já legalmente autorizados. Os acenos da candidata ao mercado financeiro aparecem em quase todo o programa de 242 páginas. Um dos mais visíveis é a independência do Banco Central, promessa que não foi assumida nem pelo candidato Aécio Neves, cujo partido, o PSDB, é o mais identificado com o mercado financeiro. Segundo o programa da candidata, é preciso “assegurar a independência do Banco Central o mais rapidamente... Leia mais

Com Marina, baqueiros tomam conta do Brasil

Sexta-feira 29, agosto 2014

  O programa de governo de Marina Silva (PSB) à Presidência defenderá mudança na política de crédito do governo federal, criando mecanismos para que os bancos privados possam aumentar sua participação em relação aos bancos públicos, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Ontem, os principais pontos do programa foram antecipados ao Valor por Maria Alice Setubal, a Neca, herdeira do Itaú, e Mauricio Rands, ambos responsáveis pela coordenação do plano de governo de Marina. “Queremos ampliar o mercado de crédito criando mecanismos para que os bancos privados possam participar mais percentualmente”, afirmou Rands, no comitê de campanha de Marina, em São Paulo. A medida está dentro de um leque de propostas na área econômica, com reformas e microrreformas no mercado de capitais, de crédito, da gestão da administração e da Reforma tributária. O programa de governo – um caderno verde com bordas amarelas, com a foto de Marina e do... Leia mais

Isso é Marina

Quinta-feira 28, agosto 2014

  Na eleição presidencial de 2010, a candidata Marina, que o vice era o Guilherme Leal, dono da Natura que mora há décadas em Londres(isso talvez explique em 2012, Marina aparecer do nada na abertura dos Jogos Olímpicos de Londres, carregando a Bandeira do Brasil), teve baixa votação e ficou em terceiro lugar, perdeu para Dilma e Serra, no Acre, sua terra natal. Seria um alerta do povo do Acre, tipo: “Quem conhece não gosta”? O vice de Marina disse: “Não tem explicação”. Se ela é tão boa como ela diz que é, por que ficou em terceiro lugar ma sia terra natal? A ambientalista Marina disse que está buscando parceiros para fazer uma “nova política”. Até agora, ela encontrou o Serra, Heráclito Fortes, o Bornhausen, Jarbas Vasconcellos, Pedro Simon, e a busca continua. O vice de Marina, Beto Albuquerque, votou a favor da soja transgênica da multinacional dos EUA, Monsanto, é financiado pela indústria de armas, bebidas e pelo... Leia mais

72% já definiram voto

Quinta-feira 28, agosto 2014

  Levantamento aponta que três em cada quatro eleitores têm decisão tomada A pesquisa MDA, divulgada ontem pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), apontou que 72,9% dos entrevistados já definiram os votos na corrida presidencial. Outros 26% disseram que ainda podem mudar de candidato e apenas 1,1% das pessoas disseram que não sabem em quem votarão ou não responderam ao questionamento. O levantamento registrou também o porcentual de definição de voto, segundo o candidato citado na intenção de voto. A presidente Dil-ma Rousseff tem 76,9% do porcentual de voto definido, a candidata do PSB, Marina Silva, 74,1%, e o candidato do PSDB, Aécio Neves, 64,2%. Em quem disse que ia votar em nulo ou em branco, o índice ficou em 77,6%. “DE JEITO NENHUM” A pesquisa também mostrou que 45,5% dos entrevistados não votariam “de jeito nenhum” na presidente Dil-ma, 40,4% no tucano Aécio Neves e 29,3%, em Marina Silva . O questionamento busca avaliar... Leia mais

Marina voava no jatinho fantasma, mas,põe a culpa no comitê

Quinta-feira 28, agosto 2014

  A candidata à Presidência da República Marina Silva (PSB) voltou a se esquivar sobre a responsabilidade pelos negócios envolvendo o uso da aeronave Cessna Citation, que caiu em 13 de agosto, matando o Eduardo Campos e mais seis pessoas. Segundo Marina, o ressarcimento pelo empréstimo que bancou o moderno jatinho, assim como a declaração dos valores à Justiça Eleitoral, seriam feitos até o encerramento da campanha, pelo comitê financeiro de Campos. “Tínhamos a informação de que era um empréstimo cujo ressarcimento seria feito no prazo legal. Existem três formas de fazer o provimento da campanha: o comitê financeiro do partido, o do candidato e o da coligação. Nesse caso, era o do candidato”, explicou. Confrontada com a informação de que empresas fantasmas e laranjas poderiam ter participado da aquisição do jato, a ex-ministra do Meio Ambiente repetiu que não tinha qualquer informação sobre “qualquer ilegalidade referente à postura... Leia mais

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