Até o Globo desmascara Eduardo Cunha, o querido da imprensa

Sexta-feira 1, maio 2015

  Depois de negar as cíticas feitas ao PT em jantar do PMDB, na última terça, reveladas pelo GLOBO, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha ( PMDBRJ), recuou e pediu desculpas aos petistas após o Globo publicar áudio, obtido junto a um parlamentar que estava no evento, que confirma suas críticas. Primeiro, Cunha postou no seu Twitter: “Na correria de hj esqueci de passar por aqui para desmentir a frase a mim atribuída no jornal O Globo sobre o PT. Não pronunciei o comentário a mim atribuído no jantar da bancada. Apesar das diferenças sempre trato a todos com respeito”. Ao saber da publicação do áudio no site do Globo, voltou atrás. “Não ouvi a gravação mas peço desculpa pelo meu equívoco e não tive intenção de desrespeitar o PT, apesar das divergências”. No jantar da bancada do PMDB, na última terça-feira, Cunha afirmou que o PT é sempre derrotado no plenário e, quando vence algo, é por conta da pena dos peemedebistas. Muito bom... Leia mais

Selvageria tucana

Sexta-feira 1, maio 2015

  Para o governador tucano Beto Richa, o massacre registrado na quarta-feira (29) contra os professores do Paraná foi uma “reação natural da proteção da vida”, e um revide, já que segundo ele, quem agiu com truculência não foi a polícia, mas sim os manifestantes. Ora, se uma polícia, responsável pela segurança do Estado e pela garantia do direito de ir e vir, tem de agir daquela forma para se proteger, só podemos chegar à conclusão de que estamos numa guerra civil. Se a polícia tem que revidar para proteger sua vida, estamos em guerra civil. Se a polícia bateu porque estava com medo de morrer, estamos numa guerra civil. O presidente da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro e da Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal da OAB, Wadih Damous, avalia que a polícia militar do Paraná, por ordem do governador, “espancou de forma selvagem professores em greve na defesa de seus direitos que estão sendo esbulhados por um governo... Leia mais

Dilma acerta ou erra ao se pronunciar apenas pela internet neste Dia do Trabalho?

Quinta-feira 30, abril 2015

  A presidenta Dilma Rousseff não fará pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão nesta sexta-feira (1º), Dia do Trabalho. A decisão foi tomada na reunião de coordenação política do governo no início da noite de segunda-feira (27).  Será a primeira vez que a presidenta não fará o pronunciamento na TV no Dia do Trabalho, em seu quinto ano de governo. Medida certa para uns, erradas para outros.O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva, disse.. Leia... Leia mais

Paulinho tenta mostrar força ao STF, que o julga por falsidade e estelionato

Terça-feira 28, abril 2015

  O caso, que estava engavetado pela lentidão da Justiça, remonta a 2006, quando o juiz federal João Eduardo Consolim, da 1ª Vara Federal de Ourinhos (SP), aceitou os argumentos da Procuradoria da República, que denunciou Paulinho e os outros 11 réus de superfaturar em 77% a compra da Fazenda Ceres, em Piraju (região sudoeste do estado), para a implementação de um projeto de reforma agrária. Em 2001, o governo federal investiu R$ 2,8 milhões no assentamento de 72 famílias ligadas à Força da Terra, o braço rural da Força Sindical, central presidida por Paulinho à época. Hoje ele é presidente de honra… Continue lendo aqui Leia mais

Juristas do PSDB pedem paciência a políticos

Domingo 26, abril 2015

   Enquanto a bancada de deputados federais e parte da executiva do PSDB defendem a abertura imediata de um processo formal de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara, os juristas chamados pelo partido para fundamentar a tese argumentam que ainda não há clima político para dar este passo. Autor do primeiro parecer enviado ao partido com argumentos jurídicos para o impedimento, o advogado Ives Gandra Martins pondera que o processo de afastamento de um presidente é muito mais político do que teórico. “Do ponto de vista jurídico já existem elementos para pedir o impeachment. Mas, do ponto de vista político, a presidente ainda conta com mais de um terço do Congresso. Portanto, não haveria muita chance. Não é o momento ainda”, diz ele. Para que tenha início, um processo de impeachment precisa do apoio de dois terços da Câmara. Segundo Ives Gandra, o momento ideal para se pedir o impedimento da presidente é quando o País “estiver... Leia mais

Retrospectiva Governo Lula

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